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Not�cia publicada em 14/10/2020 �s 19:13 | Notícias
PM baleado com tiro de fuzil durante emboscada em Rondônia continua internado

 

 

Por Rondoniagora

Continua internado no Hospital João Paulo II, o tenente da Polícia Militar, Fredson Amorim Ferraz, que sofreu uma tentativa de homicídio a tiros de fuzil na noite do dia 3 deste mês, durante um confronto com invasores em uma fazenda, localizada na BR-364, a cerca de 30 quilômetros após a localidade de Nova Mutum-Paraná, em Porto Velho.

 

A assessoria do hospital informou que o tenente está acordado, porém entubado, fazendo fisioterapia.


O crime aconteceu no momento em que o tenente Ferraz juntamente com outras equipes se deslocou para a fazenda para apurar a morte do tenente José Figueiredo Sobrinho, assassinado com vários tiros.

 

Chegando ao local, os policiais foram recebidos a tiros em uma emboscada. Foi durante o confronto que Ferraz foi alvejado com um disparo no abdômen. Na troca de tiros, o sargento Márcio Rodrigues da Silva foi baleado e morto.

 

O sargento Vaz e o cabo Pisa, ambos componentes da Força Tática do 5º Batalhão, foram alvejados respectivamente na mão, e de raspão na cabeça. Eles foram atendidos em um posto de saúde em Jaci-Paraná e passam bem.



Investigação



Após serem informados do crime, policiais da Delegacia de Homicídios de Porto Velho, coordenados pela delegada Leisaloma Carvalho, iniciaram as investigações.

 

Em apenas cinco dias, a Polícia já tinha a identificação de todos os criminosos que participaram ativamente da morte dos dois policiais militares e das tentativas de homicídios praticadas contra outros seis militares.

 

No último sábado (10) a Polícia Civil deflagrou a Operação Ordo com o objetivo de cumprir 17 mandados de prisão preventiva contra o bando que participou dos crimes praticados contra os militares. 

 

No total, três criminosos estão atrás das grades, entre eles o criminoso que levava armas de grosso calibre e munições para dentro de acampamentos da região. A Polícia Civil segue na caça dos demais foragidos.

 

Segundo a polícia, os grileiros fazem parte de uma organização criminosa que realiza diversos crimes na zona rural de Porto Velho, com treinamento e armamento de guerra utilizando fuzis e metralhadoras para prática de homicídios, torturas, incêndios e roubos.

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