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Notícia publicada em 18/10/2017 às 12:15 | Economia
Sul Coreanos querem construir fábrica de lâmpadas de LED em Porto Velho

 

 

O sistema de iluminação pública inteligente, composto por luminárias de LED com câmeras de monitoramento acopladas e sinal de internet wi-fi, além da tecnologia de geração de energia elétrica fotovoltaica (solar) para órgãos públicos foram os dois projetos que mais chamaram a atenção do prefeito Hildon Chaves, na apresentação que a missão empresarial sul coreana fez na manhã desta terça-feira, 17, ao governador Confúcio Moura e ao prefeito da capital.

 

A missão empresarial chegou a Rondônia no domingo, como resultado e retribuição à visita feita pelo vice-governador Daniel Pereira e empresários àquele país. O empresário e intérprete do grupo, Marcelo Lee, disse que os empresários não estão em busca de vender nada, mas sim, querem buscar parcerias empresariais para a instalação de fábricas de equipamentos tecnológicos.

 

Tanto o prefeito Hildon quanto o governador Confúcio Moura se interessaram pelo sistema de iluminação inteligente e controle de fronteira. Eles incumbiram os assessores, Armando Moreira Filho (diretor técnico da Agência Municipal do Desenvolvimento) e Basílio Leandro (superintendente de Desenvolvimento de Rondônia) a desenvolverem os estudos para superar os entraves burocráticos que terão de enfrentar.

 

Fábrica de LED


Segundo Lee, há interesse em construir em Porto Velho inicialmente uma fábrica de lâmpadas de LED e num segundo momento ampliar para a fabricação de cabos. Em contrapartida, se mostraram motivados pela oferta de carne e peixe. Segundo explicaram, há um tratado comercial com os EUA pelo qual os sul coreanos só podem comprar carne bovina dos frigoríficos norte-americanos e australianos. Contudo, a situação pode ser contornada com a importação através do Vietnã. “Há cinco grandes empresas que trabalham com isso”, disse Lee.

 

Os sul coreanos falaram também sobre uma tecnologia de decomposição do lixo que por não envolver combustão, não polui, não gera dióxido de carbono e ainda ajuda a aumentar a vida útil de um aterro sanitário em cem vezes. Segundo Lee, num espaço de mil metros quadrados, o equipamento que faz a decomposição pode ser operado por apenas quatro pessoas.

 

Integram a comitiva os empresários Kyungsoo Min, diretor comercial da ALG, que atua no setor de iluminação inteligente; Seon Tae kim, vice-presidente da ESV, um fundo de investimentos; Deok Ho Rho, diretor comercial e de marketing da BLH, que atua com equipamentos para tratamento de água para utilização na agricultura, com tecnologia que reduz o consumo e Daniel Mun e Marcelo Lee, sócios da Rokgear korea, que atua no segmento de consultoria de negócios entre Brasil e Korea. A agenda da missão se encerra nesta terça-feira à noite, em jantar oferecido por empresários rondonienses.

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